terça-feira, 9 de outubro de 2012

Os Números, esses Desmancha-Prazeres dos Propagandeiros...



Ver o que se passa nas Unidades de Cuidados Intensivos por essa Europa fora.

Em Portugal, há menos camas por habitante que em qualquer outro local na Europa. E há menos gasto (também por esse motivo) que na esmagadora maioria deles.

Gorduras? Aqui não, obrigado!

25 comentários:

Mauro Germano disse...

Eu não confiaria muito nesse estudo dado que, por exemplo, não há dados relativamente a camas de cuidados intermédios em Portugal... quando o mesmo não é verdade.

Placebo disse...

Não há dados, mas estes também não são interpretados, só os das camas de UCI.

E não haver dados não implica, nem insinua, que elas não existam.

Quanto à fiabilidade do estudo, conhece a revista em que ele foi publicado, e o crivo dos seus revisores?

Mauro Germano disse...

" The artificial split of critical care beds into either
intermediate or intensive care varies widely across Europe
despite the move to standardize descriptions across the
region [12, 13]. This lack of a consistent definition
reduces our ability to compare clinical practice and
organizational models across borders and therefore will not help individual countries to build the case for additional capacity in future years. We believe that it would be beneficial to have a European standard definition of
exactly what an intensive care bed is, which could then be
implemented within the different countries"


Claro que eu poderia ter dito que: eu não aproveitaria este estudo, dadas as limitações apontadas pelos próprios autores, nomeadamente a ausência de dados fiáveis ( repare que em Portugal o nº de camas foi contado por cada médico certo?) e fazer uma presunção dum baixo valor de camas de cuidados críticos, não incluindo camas de cuidados intermédios.

Por outro lado não percebi( pode ter-me passado ao lado) se também contabilizaram as vagas em hospitais não públicos e se o contaram, os critérios associados à despesa também teriam de ser de igual coerência, uma vez que só se apontou a despesa pública com saúde, dado que se incluirmos a despesa privada, facilmente esta chega a 10% do PIB.

PS: Não ponho nem tenciono colocar em causa a credibilidade dos autores nem da revista mas apenas ser crítico em relação às extrapolações dos resultados e saber que as limitações do mesmo, relativamente a Portugal, impedem outro tipo de afirmações.

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.